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Digitalização de documentos

Várias empresas procuram meios de utilizar a digitalização de documentos para substituí-los por uma cópia com a mesma validade jurídica e que ofereça maior facilidade para armazenamento e manipulação. Atualmente, o reconhecimento de cópias existe para o processo de microfilmagem ou para o anacrônico modelo baseado em reconhecimento via cartório, que possuem fé pública para legitimar o processo de digitalização de documentos ou outros processos de cópias. No caso da microfilmagem, segundo o Decreto nº 1.799 que regulamente a Lei n° 5433, de 8 de maio de 1968, somente cartórios ou empresas autorizadas poderão efetuar a microfilmagem, segundo padrões e critérios estabelecidos e se responsabilizando pela qualidade do serviço executado. Esse modelo poderia se aplicar da mesma maneira ao processo de digitalização de documentos, bastando para tal uma lei que regulamentasse tal atividade. Original e cópia A única diferença existente entre a microfilmagem e a digitalização de um documento é o s...

Token Tabajara

Token Tabajara é o apelido utilizado por alguns profissionais da área de TI para o cartão de segurança, que foi adotado por vários bancos na implementação da autenticação forte (strong authentication) nos respectivos Internet Banking. Autenticação forte Os bancos adotaram em larga escala o cartão de segurança devido a necessidade de melhorar o controle de acesso dos clientes. O cartão de segurança é aquele cartão plástico com uma matriz de números identificadores/códigos. Os códiogos são solicitados para efetuar transações e são identificados, pelos seus respectivos números identificadores. O controle de acesso dos clientes é efetuado através de identificação, autenticação e autorização. Cada banco adota um procedimento para identificar o usuário, podendo utilizar o número da agência e número da conta, ou número de identificação do cliente entre outros. Posteriormente, o usuário digita senha para acessar o sistema com permissão para consulta. Quando usuário pretende realizar alguma t...

RUP - Environment discipline

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Analisarei aqui a responsabilidade sobre a configuração dos processos do RUP de uma maneira alternativa ao proposto pela metodologia. Hora utilizarei UP e hora utilizarei RUP pois um é derivado do outro. Utilizarei RUP quado estiver falando especificamente do produto/processo da Rational. UP/RUP O Processo Unificado é uma metodologia para desenvolvimento de softwares, bem aceita por um segmento dos profissionais do mercado e criticada por outros. O UP prega que o processo seja adaptável, que haja um balanceamento nas prioridades dos interessados, que o grau de colaboração entre as equipes seja elevado e que haja agregação continuada de valor entre outros princípios chaves. Ao meu ver, a complexidade na adoção do RUP está na configuração do ambiente que disponibiliza a metodologia, para que as equipes possam utilizá-la corretamente. O RUP exige um grau elevado de customização para que ele vista bem no projeto que irá usá-lo, e não fique "folgado" ou "apertado...

Metodologias em ação

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O objetivo desse artigo é apresentar algumas metodologias atuais relacionadas à TI, na perspectiva das suas aplicações dentro de uma empresa. A estrutura de cada empresa pode variar muito, dessa maneira irei adotar uma estrutura clássica em formato de pirâmide, representada na figura abaixo para efeitos da nossa análise. As metodologias apresentadas, dificilmente serão utilizadas exatamente como estão sendo estudadas aqui pois não é comum a necessidade de utilizá-las em uma empresa todas ao mesmo tempo, apesar de ser possível. Isso dependerá do tipo de empresa, da estrutura que a mesma possui e como a empresa aplica a TI nos seus negócios. Também será feita uma breve análise do relacionamento entre as diversas metodologias quando adotadas em conjunto. A pirâmide representa a hierarquia em uma empresa tradicional, com o board of directors ficando no topo, abaixo a gerência senior com os CEO, CIO, CSO, CFO etc, abaixo a gerência operacional e abaixo os departamentos operacionais. Qual o ...

RUP 7, Eclipse e OpenUP

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Esse artigo analisa de maneira breve o lançamento da versão 7 do RUP e a sua ligação com o projeto Eclipse. RUP 7 A Rational/IBM lançou em 2007 a versão 7 do RUP, que agora está na versão 7.1. A versão 7 do RUP traz algumas mudanças conceituais que a primeira vista são complicadas de se entender, principalmente porque não há grandes alterações no conteúdo do RUP, mas sim na forma como esse conteúdo foi reorganizado. A evolução do RUP 7 se baseia na evolução da Linguagem para Modelagem de Processos de Software (SPEM 2.0), gerada pelo OMG (Object Management Group). Essas alterações geram uma abstração maior no RUP posicionando-o mais como arquitetura de métodos do que arquitetura de software. O que faz sentido pois o RUP é um software que suporta uma metodologia para desenvolvimento de software. O Rational Method Composer é a ferramenta que implementa, ou que é capaz de manipular os metamodelos nos quais o RUP se baseia. É essa ferramenta que possibilita a customização dos conceitos qu...